Historically, Australian medical schools have followed the British tradition by conferring the degrees of Bachelor of Medicine and Bachelor of Surgery (MBBS) to its graduates whilst reserving the title of Doctor of Medicine (MD) for their research training degree, analogous to the PhD, or for their honorary doctorates. A notable exception is the Bachelor of Medicine (BMed) joint program of the University of Newcastle and the University of New England. Although the majority of Australian MBBS degrees have been graduate programs since the 1990s, under the previous Australian Qualifications Framework (AQF) they remained categorised as Level 7 Bachelor degrees together with other undergraduate programs. The latest version of the AQF includes the new kamagra ireland buy kamagra category of Level 9 Master's degrees (Extended) which permits the use of the term 'Doctor' in the styling of the degree title of relevant professional programs.





OTAN

"Passados 40 anos, com a queda do muro de Berlim e a dissolução da União Soviética, foi anunciado o fim da «guerra-fria». A NATO teria perdido os fundamentos da sua existência à luz da sua obsessiva estratégia anti-comunista. Mas entretanto a fisionomia do mundo havia-se alterado profundamente, sob a acção do bloco socialista, do «movimento dos não alinhados», a descolonização, e a resistência da América Latina às ofensivas subversivas da América do Norte. Para além do que a NATO alimentava intenções mais amplas e profundas, que até aí não ousara confessar.”

A NATO foi constituída pelo tratado de Washington, em 1949. Esse acto tem seus antecedentes que o contextualizam.

Em 1946, logo após o termo da Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill identificou um inimigo e apelou à cooperação entre os países de língua inglesa.

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Quince antimilitaristas ocupan a base da OTAN en Bétera e a convirten nun parque de xogos para esixir o seu peche e reclamar a retirada das tropas de Afganiastán e a abolición do exército. Podemos ler a nova completa en Insumissia.

Por octavo año consecutivo, un grupo de antimilitaristas han atravesado las vallas del cuartel de la Fuerza de Respuesta de la OTAN en Bétera en una acción noviolenta de desobediencia civil en el marco de las protestas internacionales contra la próxima cumbre de la Alianza en Lisboa.

Fotos: www.flickr.com/photos/aa-mocvalencia/sets/72157625280058084

Xa podedes ver os vídeos da presentación en Vigo das accións contra o cumio da OTAN en Portugal a cargo de Vítor Lima. Dar as gracias ás compañeiras de Galiza Contrainfo polo traballo feito. Así presentan os vídeos na súa web:

"O colectivo PAGAM (Plataforma Anto-Guerra, Anti-NATO) apresentou no centro social A Cova dos Ratos de Vigo a jornada de mobilizaçons antimilitaristas que se levaram a cabo durante a cimeira da NATO em Lisboa. A parte da difusom destas actividades, o activista da plataforma explicou numha charla o funcionamento e estratégias desta organizaçom internacional armada do imperialismo."

As xornadas celebraranse o 6 de novembro en Rota e teñen un triple obxectivo segundo os organizadores:

- actualizar nuestro debate andaluz sobre Pacifismo, Antimilitarismo y Noviolencia,

- cargarnos de convicciones y motivaciones,

- sumarnos a los actos y movilizaciones con motivo de la Cumbre de la OTAN en Lisboa: Marcha a Rota (7 nov.), Lisboa (19 y 20 nov.) y Marcha a Morón (28 nov).

PROGRAMA:

10:30 h. Presentación y entrega de documentación.

10:45 h. Ponencia: "Contra la nueva estrategia de la OTAN". Ponente: Vitor Lima. PAGAN, Plataforma Anti-Guerra Anti-NATO Portugal.

12:00 h. Taller: Experiencia de lucha contra instalaciones militares.

- Base Militar Campo de Maniobras de Chinchilla en Albacete.

- Proyecto de Base Militar de Tan-tan en el Sahara Marroquí.

Na semana passada foram realizadas em várias cidades da Galiza (Corunha, Ferrol, Vigo e Cangas) sessões de mobilização e envolvimento de activistas anti-militaristas e alternativos para a semana de acções contra a Cimeira da NATO em Portugal de Novembro próximo. As sessões foram bem acolhidas e participadas, tendo a Plataforma Anti-guerra , Anti-NATO desenvolvido novos contactos e aprofundado laços com pacifistas da Galiza, muitos dos quais manifestaram a sua vontade e disponibilidade para se deslocarem a Lisboa.

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Fonte: antinatoportugal.wordpress.com

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Achegamos este artigo que leva por título "Porque somos contra a NATO" das compañeiras portuguesas da PAGAN.

A NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) foi criada em 1949 como uma organização militar para a defesa colectiva em relação à União Soviética Esse papel é sublinhado no artigo 5 do tratado e afirma que o ataque armado a um dos membros é considerado como um ataque a todos os membros.

A NATO foi fundada pelos EUA, Canadá e 10 estados europeus, incluindo Portugal. Juntaramse, depois, Grécia, Turquia e Alemanha Ocidental. Quando esta última aderiu, em 1955, a União Soviética e os países de Leste reagiram, formando o Pacto de Varsóvia.

O Espazo Aberto Antimilitar convídavos á "Presentación da campaña e mobilizacións contra o cumio da OTAN en Portugal en Lisboa 15-21 nov" na que contaremos coa presenza das compañeiras portuguesas de PAGAN (Plataforma Anti-guerra, Anti-nato) que presentaran as mobilizacións en contra do cumio da OTAN a celebrar en Lisboa entre o 15 e o 21 de novembro.

A presentación será o sábado 23 de outubro a partires das 20h30 na Cova dos Ratos (Romil 3 -Vigo).

Segundo eles mesmos a PLATAFORMA ANTI-GUERRA, ANTI-NATO (PAGAN) "é um movimento anti-militarista português integrado na campanha* internacional «No to War, No to NATO».

Motivada pela circunstância de a próxima cimeira da NATO se realizar em Portugal em finais de 2010, a PAGAN foi criada com o propósito de manifestar pública e pacificamente o desagrado com as políticas belicistas da NATO.

Achegamos o texto que os compañeiros portugueses da plataforma antiguerra, antinato elaboraron a próposito das mobilizacións do 29 de setembro.

29 Setembro - Lutemos contra a guerra e o capital

Como habitualmente, o patronato pretende que sejam os trabalhadores e os povos a pagar a “crise” do sistema capitalista. Neste sentido:

- Em Portugal, já mais de 11% dos trabalhadores estão, hoje, desempregados;

- Cerca de um milhão de outros estão numa situação de trabalho precário;

- O governo e os partidos do capital procuram congelar ou diminuir os salários dos trabalhadores;

Prossegue a ofensiva do governo e dos partidos da direita com vista à restrição dos direitos dos trabalhadores e dos pobres nos campos da saúde e do ensino;